Modelo de gestão do Vale do Silício é tema de palestra no SEED

Modelo de gestão do Vale do Silício é tema de palestra no SEED

“Os analfabetos do século 21 não serão aqueles que não sabem ler e escrever, mas aqueles que não sabem aprender, desaprender e reaprender”. Com a citação do autor e visionário americano, Alvin Toffler, Carla Figueiredo começou sua palestra “O que que a Baía tem!” na noite da terça-feira (24), no SEED. A fundadora e CEO da Sugarpedia contou para os participantes um pouco sobre sua viagem para a Baía de São Francisco, onde fez um programa executivo na Universidade da Califórnia em Berkeley.

Com uma abordagem do real, Carla mostrou que o conhecimento e o aprendizado são essenciais para qualquer ecossistema de inovação. “O modelo de gestão das empresas do Vale do Silício é construído a partir das Universidades, que estão no centro de toda essa cultura empreendedora. Para que a gente construa o novo e promova disrupção, é preciso primeiro entender o que veio antes”, afirmou.

E é o que os números confirmam. Das 208 empresas de biotecnologia instaladas no Vale do Silício, 35% foram fundadas por cientistas e 158 estão conectadas à UC Berkeley. Porém, Carla lembra que o aprendizado não vem só do conhecimento formal, mas também de vivências próprias e através das experiências de outras pessoas. “Lá, o que todos fazem, é o modelo de gestão de startups, onde o processo é aprendido, aplicado e reaprendido constantemente. Este modelo passa pelas gerações através da vida universitária e corporativa. E é isso que fez com que a região tenha uma cultura empreendedora sólida”, explicou.

Carla também ressaltou a importância que essas empresas dão à diversidade e ao acolhimento de pessoas de fora, o que só agrega valor ao ecossistema. “O Vale do Silício entende de pessoas tanto quanto de tecnologia”, finalizou.

Clara Figueiredo fala sobre suas experiências na Baía de São Francisco

Não participou desta oportunidade? Confira as 8 regras de ouro do Vale do Silício, de acordo com Carla Figueiredo:

1. Invista no seu time

2. Invista em mercados

3. Elimine as dores

4. Trabalhe o desenvolvimento de clientes, não de produtos

5. Dedique recursos em estágios

6. Falhe rapidamente, aprenda e refaça

7. Velocidade é tudo

8. Trabalhe com agilidade e com toda a energia para expandir seu produto/serviço no mercado

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Primeiro SEED Experience Night lota Café 104

Primeiro SEED Experience Night lota Café 104

Cerca de 150 pessoas participaram da primeira edição do SEED Experience Night, que aconteceu na noite dessa quarta-feira (13), no Café do 104. A iniciativa de atrair a comunidade belo-horizontina para um dos maiores programas públicos de Aceleração de Startups da América Latina e apresentar o mundo do empreendedorismo proporcionou uma noite de muito aprendizado.

Durante duas horas, os participantes tiveram a oportunidade de saber mais sobre startups com dicas de como começar a empreender. A palestra rendeu um game, que ofereceu ao vencedor o direito de participar do Day Out do SEED – um dia de imersão em empresas do nosso ecossistema para troca de experiências.

Em sequência, o cofundador da SmarttBot – plataforma para traders operarem na bolsa de forma automatizada -, Leonardo Martinez, falou sobre empreendedorismo e usou sua startup como exemplo de case de sucesso. Com mais de 10 anos de experiência, o jovem empresário garantiu aos participantes do SEED Experience Night que, para ter sucesso, é necessário ter certeza que seu negócio atenda a real necessidade do mercado; ter foco “startup tem um milhão de oportunidades. O empreendedor tem que focar no que entende de caminho certo”; e, por fim, abraçar de corpo e alma o trabalho.

O Agente de Aceleração, Daniel Oliveira, apresenta o SEED para o público

 

SEED Experience Night

Com intuito de inspirar os empreendedores, foi criado o SEED Experience Night que abre as portas do SEED para sociedade, levando conteúdo e interação com o ecossistema de MG. Um dos objetivos é impactar o ecossistema por meio de eventos descontraídos e educativos e alcançar, uma média de 1.000 pessoas de Minas Gerais, gerando mais de dez horas de conhecimento reaplicáveis.